No Porto, Manoel de Oliveira leva Jean Rouch até à ponte Maria Pia e, a partir daí, os dois cineastas seguem o Douro em direcção ao mar. Oliveira escreve um poema, recitado alternadamente em português e francês, enquanto o percurso convoca Camões, o Infante D. Henrique e a história do rio. Entre amizade e memória, o filme torna-se uma reflexão sobre o cinema e a criação de novas imagens.