Com poemas, cartas, textos políticos, relatórios policiais e imagens de arquivo, Miguel Eek retrata Amílcar Cabral como estratega e visionário, mas também como homem marcado por amor, família, ambição, perigo e traição. Com a intensificação da luta pela independência da Guiné-Bissau e de Cabo Verde, o filme aproxima-se da questão em aberto das forças que levaram ao seu assassinato em 1973.