Filmado por Céline Sciamma desde 2022, o filme reúne imagens criadas como um arquivo pessoal. Entre observações do quotidiano, preocupações políticas, arquivos lésbicos, imagens digitais e encontros com pessoas próximas, o filme interroga a circulação das imagens e o que significa tornar uma câmara útil. Um registo dos últimos anos que procura reabrir o caminho para a ficção.