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Jaime

Jaime · Jaime

António Reis

1974, PRT, 35', M12


Retrospectiva Reis/Cordeiro

01 Dez 2018 · TM Rivoli, Pequeno Auditório · 21H00


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Nas palavras do próprio António Reis, Jaime “não é uma história, mas é um filme onde tudo tem importância”. Talvez seja essa a principal razão para uma câmara tão deambulante que procura todos os pormenores e detalhes, que espreita por todos os buracos de uma forma tão subjectiva. Ainda que tenha um “aspecto descascado, sem preciosismo”, próprio da película de 16mm, Jaime só poderá ser entendido como um filme amador no sentido mais etimológico e poético da palavra (o que ama), dirigido por um poeta que também se expressa por imagens, e pelos seus jogos de sedução dramática e poética com as palavras e os sons, sobre o trabalho de um outro poeta, Jaime, um autodidacta desconhecido institucionalizado num hospital psiquiátrico, a quem o cinema procura restituir a sua dignidade. (Paulo Cunha)

EXIBIDO COM
Rosa de Areia
António Reis, Margarida Cordeiro
1989, Portugal, 88’